Não sei se é coincidência ou se
é parte da doença, mas muitas
fotos de mulheres que sofreram
ou sofrem de anorexia mostram
o queixo muito fino, pontiagudo.
Reese Whitherspoon, que teve
problemas de obsessão de peso,
chamou minha atenção. Parece
anormal, o queixo dela, mas pode
pode ser só olho gordo de inveja.
Não é de se admirar que 'mala' virou sinônimo de chato. Tem coisa mais chata do que decidir quais as malas levar, o que colocar dentro, arrumar tudo, despachar as malas, colocar as bolsas no compartimento de bagagem, esperar as malas? Mala é, realmente, uma coisa chata. Mesmo porque eu nunca tive uma mala boa, chique, genial. Porque mala boa, chique e genial é cara. E eles jogam e quebram as malas boas da mesma forma que quebram as ruins. Minhas últimas malas não sobreviveram à viagem de julho. Vamos viajar com as pequenas, que sobreviveram.
Malas.
Acho que rolou um mal-entendido entre Lilian Pacce e Gisele Bündchen, que a jornalista nem percebeu. Gisele, que está muito queimada de sol e diz a palavra 'sunburned' (ou talvez, tenha dito sunburnt). Mas Lilian deve ter entendido 'sambando' e chegou perguntando sobre Carnaval, algo como 'já está sambando para o Carnaval'. Não sei, mas acho que algo ali não estava certo.
Vinguei-me. Descasquei pra valer. Quando o rapaz da Claro perguntou por quê eu estava abandonando a operadora eu disse tudo. Com educação,mas disse. Que a operadora é antiquada e está ficando para trás porque as outras estão se modernizando, que o atendimento é péssimo, que eles me ofereceram 75 reais de bônus na troca por um novo depois de anos e anos como cliente fiel, enfim, disse tudo. E eles ainda tentaram me enganar. (Eles, aqui, é conversa de paranóica mesmo.) Porque ao cancelar a linha (que era de meu falecido pai, com a qual fiquei por questões emocionais) eles ainda tiveram o desplante de dizer que eu teria que pagar uma multa por cancelar dentro do prazo de carência de dois anos. Aí eu fiquei brava. Porque eu tive que entrar no mérito da questão. E explicar que em agosto de 2004, eu tinha dado o celular e a linha no Dia dos Pais. Contrato de um ano. E que em novembro do mesmo ano, meu pai faleceu, o que faz mais de um ano. E portanto, não tinha carência. E que se o sistema acusava um contrato de dois anos até agosto de 2006, era erro do sistema. Só sei que fiquei muito mal por ter que usar meu pai, meu sofrimento, a perda, enfim, para explicar para um atendente coisas triviais de um cancelamento.
Não se faz isso com uma pessoa.
Devo esse achado à rádio Eldorado. Ou teria sido a CBN? Bom, devo ao
rádio. São cadernos de Mozart, desenhos de Da Vinci, enfim, uma série de livros
para você virar as páginas com o mouse. Muito legal.
Enfim, entendi. Tentar discutir alguma coisa lógica com uma funcionária de atendimento de operadora celular, treinada apenas para repetir, 'senhora, tente mais tarde porque no momento o sistema está indisponível', é como querer discutir com a gravação do terminal do caixa eletrônico. A diferença é que uma repete ao vivo e a outra, repete na gravação. Mas diálogo, não rola.
É como no filme que você vê pela segunda vez. Você já sabe que vai chorar mas mesmo assim, não consegue evitar. No livro Quase Tudo, de Danuza Leão, não pude evitar o choro intenso na passagem em que ela conta sobre o filho que morreu. Mas já me recobrei, largando o livro instantaneamente e correndo para beijar muito meus filhos. Com direito a lanche e suco para ambos.
Vi agora no GNT, Gisele Bünchen desfilando pela Colcci
no Fashion Rio. Na primeira segunda entrada vi que ela não estava apenas linda: estava
muito gostosa(de calça jeans). A segunda terceira entrada, com um shortinho jeans e uma imensa
bata-vestido toda branca, foi legal mas na primeira segunda, ela causou. Estava
simplesmente muito gostosa. Deu a impressão de estar com duzentos gramas a mais
que a levaram à perfeição. Sem contar que, o que Gisele usa... vende.
PS - aprendi agora que a coleção da Colcci é ...sexy-meiga.
Update - os 'strikes' foram colocados agora porque descobri que Gisele fez 3 entradas e não duas. Eu não tinha visto a primeira até então.Coincidência ou não, só agora, depois de passar um dia totalmente nonsense em termos de complicações burocráticas, fui lembrada de que, enfim, é sexta-feira 13.
Esta era a primeira coisa. A segunda é um link, do site cinemabrasileiro, que traz uma imensa lista de fotos de artistas.
Vou ao dentista. Não estou com nenhum problema específico mas sou uma das pessoas que acreditam em odontologia preventiva. E, antes de viajar é sempre bom dar uma verificada na arcada dentária. Vai que eu precise usar minhas presas em alguma ocasião de confronto. Infelizmente, vou dirigindo meu próprio carro. Adoraria pegar um taxi ou ter um motorista, só para ficar lendo no banco de trás. Mas, tudo bem, vamos enfrentar o mundo de bocas abertas.
Não sou chegada a sorvete. Trauma de infância. Mas, eventualmente, experimento um ou outro. E posso afirmar que o novo sorvete Kibon light de creme, em caixa reduzida, é maravilhoso. Bater este sorvete de creme com mamão papaya e servir com um fio de licor de cassis Gabriel Boudier, é o que há de maravilhoso. Mesmo sem a garrafa deste licor, que é como a felicidade de Vicente de Carvalho, nunca está onde a pomos e nunca a pomos onde nós estamos, vale a pena.
Em compensação, detestei um sorvete tipo corneto, da Nestlé, cujo nome nem me lembro. Prometia, tinha algo a ver com o chocolate Crunch. Troppo Crunch, acho. Mas na hora de saboreá-lo eu me senti como se estivesse comendo o portfolio da empresa. O sorvete era um pot-pourri de todos os produtos. Uma mistura de leite ninho, farinha láctea, nescau em pó e em versão sucrilhos e biscoito passatempo, tudo batido no liquidificador e colocado no freezer. Admiro a Nestlé, consumo muitos dos seus produtos, mas este sorvete, em particular, não me agradou. Mas, como já disse, não sou uma grande conhecedora de sorvetes. 
Sorvete popular e bom é da Kibon. Ou então você tira um bom dinheiro da poupança e compra um sorvete da Haagen-Dazs de chocolate belga e chupa o pau da barraca!

É das trevas que nasce a luz, certo?E antes de dar tudo certo tudo dá errado, assim como nos roteiros clássicos de Hollywood (aprendi com o famoso livro de Syd Field), quando em um determinado ponto de peripécia, tudo se inverte.
Espero que Syd tenha razão, porque no nomento, estou no ponto em que nada está dando muito certo. Confusões gerais com datas, prazos, reservas, agendas, pagamentos, enfim. Tudo o que diz respeito à burocraria, finanças, agendamentos está totalmente atrapalhado.
Estou vivendo num texto ruim de horóscopo de almanaque de xarope.
Acho moda uma coisa linda. A única coisa que me impede de curtir a moda é o fato de ser do tipo gorducha. Moda é pra gente magra.
Desde os anos 70, quando eu era demi-hipponga da USP, meus amigos e amigas já viajavam para Trancoso, que era então, praticamente desconhecida. Hoje, nem é preciso dizer, é uma mecca turística para ricos brasileiros que vão de jato, helicóptero, sei lá, para seus lindos condomínios. Aliás, será a capa da Vejinha (Veja SP) deste final de semana, Trancoso.
Estou indo para lá no domingo, pela primeira vez, com a família, para passar uma semana. Vou ficar numa pousada mas estou meio apreensiva. Não sei se meus filhos vão achar o programa um pouco adulto demais, se vão curtiu ou ficar entediados, se os mosquitos e borrachudos vão permitir que a gente sobreviva. Quando você olha fotos e vê mosquiteiro nos quartos de hotel, qualquer alérgico a picada fica apavorado.
Mas acho que vai dar tudo certo. O lugar é lindo e eu estou levando as dicas do meu guru turístico, o Ricardo Freire. No Viajenaviagem.zip.net tem o Freire's online e lá, Trancoso. Não é possível que um lugar tão perfeito resulte numa semana desastrosa.
O problema é que a gente reservou uma pousada e, na última hora, resolveu trocar por outra. Daí a complicação. Mas vai dar tudo certo.
Sei que parece coisa de gente bestinha reclamando da dolce vita e do dolce far niente de barriga cheia. Mas como qualquer ser humano, antes de viajar, rola uma dúvida, uma insegurança.
Mas viajar é isso, né. Abrir mão do porto seguro da nossa casa para lançar-se no vôo das novas possibilidades...
O que buscamos nos livros, nas peças de teatro, no cinema, nas novelas e folhetins é sempre a emoção. Dos personagens, da trama, dos envolvimentos. Quanto mais intensa a emoção, quanto mais profundo o sentimento, melhor, seja amor ou ódio. Vendo JK, não dá pra não odiar muito, profundamente, aquele coronel inventado e magistralmente interpretado pelo Luis Mello (é esse o nome dele, não?). Assim como, lendo Danuza, não dá pra não odiar muito um personagem que foi real, o Carlos Lacerda.
Entre emoções reais e fictíceas, aqui estou eu, desejando, um bom dia.
Não é preciso acompanhar uma novela para saber tudo o que acontece na trama. É só ler os sites e blogs da internet. O mesmo vale para qualquer outro programa ou assunto, inclusive o BBB6. Cheguei em casa, jantei e, assim que entrei no blog e dei um rolê logo fiquei sabendo o 'assunto do dia', que aliás, mudou. Começou com a escatologia e acabou na chapeleta de um participante.
Li a manchete na capa do UOL, ouvi o Feltrin falando com a Lilian e li o texto. Aliás, a Lilian, entendeu 'tênis' ao invés de pênis, muito engraçado. Ricardo Feltrin disse que o Ministério Público estaria de olho no programa. Mas prometo que não vou fazer nenhum trocadilho com ministério púbico, juro.
Vi um fotograma e a discussão sobre as possibilidades da chapeleta ser a genuína ou uma tampa vermelha de sundown. Não vou discutir as chances de alguém colocar o sundown dentro do calção, (que são grandes) já que no Pânico, tem até o homem berinjela e o homem batata doce. Cada um coloca o que quiser dentro da sunga. Só quem vê o programa ou gravou em video pode dizer se o fotograma é real ou se foi photoshopado. Mas eu voto no Padre Pinto, que andou sumido. Só pode ser ele, tentando aparecer no BBB6.
Mas se for uma jogada de marketing do Sundown, palmas pra quem criou a ação. Isso vai render muita mídia espontânea do produto.
De qualquer forma, por falar em reality, esta é a realidade dos nossos tempos: ver alguma coisa na tv não significa ver a verdade. Não é nem possível perceber a diferença entre a chapeleta de um pênis e uma tampa de filtro solar.
Como diria o Cebolinha, é um Glaaaande ploblema. Agora, todo mundo quer saber se o Sundown do moço era 8, 15 ou...50!
Não é abajur em formato de porquinho. Nem cofre que acende. Nem vela suína como a desta ilustração. É porco verdadeiro, transgênico, que brilha no escuro. Coisa linda a engenharia genética. Acende a imaginação.
Imagine quando fizerem isso com os pinheiros de Natal. Vai ser o fim da indústria de lampadinhas natalinas.
Não sei se é tendência, o cruzamento de porco com tudo, mas eu já vou providenciar o meu Ipig.

De vez em quando, pode. Intercorrências agudas fazem parte da vida. O problema é quando a coisa é crônica. Impulso, sim, compulsão, não. Foi assim, por impulso, que marquei uma hora de shiatsu na Luiza Sato, para daqui a meia hora. Vou lá. Isso que dá fazer faxina nos papéis e encontrar um folheto. Do folheto para o site, para a unidade mais próxima, o telefone, o horário livre e... até a volta. Já que vou pegar um freela, começarei a gastar o dinheiro investindo no meu provedor de trabalho: eu.
Não necessariamente nesta ordem

A Raica me lembra a atriz Halle Barry. Não que sejam gêmeas
univitelinas separadas no nascimento mas uma tem um não-sei-quê da outra.
Não conheço nenhuma das duas pessoalmente portanto, pode ser só uma
ilusão de ótica fotográfica misturada com a mania de achar todo mundo parecido
com todo mundo.
De qualquer forma, ambas são belíssimas.
Aliás,
se o querido leitor, a querida leitora, souber como perder dez quilos sem dieta
e exercícios, crescer vinte centímetros sem colocar pinos no fêmur e
rejuvenescer trinta anos sem cirurgia plástica, me avise.
Achei essa fotinha da Raica de biquini e estou muito afim de ficar igualzinha. O bronzeado eu já garanti e o biquini não vai ser difícil de achar.
Só falta instalar o photoshop.
Intuitiva, direi eu.
Sim, trabalhei alguns anos com Marlene Mattos, para a Xuxa. Sou grata à Marlene pelo convite que me rendeu um salário essencial com o qual sustentei meu filho pequeno e minha filha, que estava na barriga. Mas o fato de realizar um trabalho profissional nunca me obrigou a ser fã da artista. Evidentemente reconheço e admiro seu incrível sucesso. Mas nunca consumi seus produtos.
Jamais comprei um brinquedo licenciado de apresentadoras de programas infantis para meus filhos. Nem nenhum produto para mim.
Por isso, em salões de beleza onde já fiz as unhas, sempre me neguei peremptoriamente a permitir que a manicure, ao terminar a primeira fase de seu trabalho, cobrisse minhas unhas com esmalte Xuxa. Uso qualquer esmalte nacional, inclusive Avon, durante muito tempo, mas Xuxa, nem pensar.
Atirei na mosca e acertei o urubu: dei sorte.
Li hoje,no Blue Bus, que os esmaltes Xuxa foram proibidos. São corrosivos. Os da marca Angélica, também, do mesmo fabricante.
Moral da história: num mundo onde tanta gente faz tudo por dinheiro, não basta confiar no artista que faz o testemunhal, é preciso confiar no produto.
PS - Só agora vi que está na capa do UOL.
Não, eu não me sinto culpada por publicar o primeiro post depois das dez. Estou de férias, não tenho vergonha de acordar tarde. Ócio não é pecado e a preguiça é humana. E nada pode ser melhor do que abrir os olhos e terminar de ler o livro abandonado na cabeceira pelo sono.
Enxuguei as lágrimas vertidas com o final da biografia de Carmen Miranda, escrita por Ruy Castro e peguei o livro de Danuza para ler. Mas entre as duas vidas, vou tomar café, para cuidar da minha.
Bom dia.
Foi super gostoso ter ido à festa do Fábio Quinteiro, no Grappa. Além de encontrar muitos amigos da Radar Mixer, reencontrei queridos amigos como Marcos de Souza Aranha (e, mundo pequeno, ele é amigo do Natan Gelernter, que conheço há anos, antes mesmo da rede), Mariana Silvani (redatora brilhante, amiga especial), Eduardo Fischer, enfim, muita gente com quem convivi, trabalhei e partilho boas lembranças. Amanhã, em compensação, é dia de trabalhar. Com direito a gravação, reunião e até freela. Fazer o quê, depois de pagar escola, IPVA, IPTU, cartão de crédito, contas de telefone e uma pilha de carnês, tenho que ganhar alguma coisa. Dinheiro em janeiro, voa.
Cheguei em casa, tirei o salto e fui ler a coluna do Feltrin. Jornal Nacional caiu de audiência? Bom, mas nas férias, sem o casal BB, Bonner e Bernardes, não há quem possa. Nem vejo o JN quando eles não estão. Sem contar que, nas férias, o universo de ligados é menor. Mas se o Feltrin disse, está dito. Ninguém há de discordar.
Tenho paixão pelas palavras, sou fã da etimologia, vivo de escrever,
adoro ler. Sem contar o quanto eu falo sem parar. Mas tenho
implicância com alguns termos novos inventados (ou pelo menos, divulgados) pela
mídia em geral. Já comentei aqui que acho "Übersexual' um porre, segunda geração
do termo "Übermodel" que já era bem pedante. Mas o que mais me incomoda mesmo
são os novos 'distúrbios' inventados o tempo todo. Acho que quem começou com
isso foi o Fantástico há alguns lustros. Todo domingo à noite, um distúrbio
novo. Na segunda feira, o Brasil inteiro se auto-diagnosticava como sendo
portador deste novo mal. Entre os mais recentes está a 'vigorexia'. (Em
inglês, bigorexia. Parece tradução lusitana, do tipo Vacalhau com
Binho) Uma bobagem. Um dia, quem sabe, encontrem um novo termo para descrever
este distúrbio, a obsessão por inventar termos novos. Que tal "logorexia?"
Não sei se foi porque neste verão encontrei os primeiros sinais de velhice em forma de pequenas manchinhas brancas na pele das minhas pernas bronzeadas (
leucodermias solares) ou se porque Danuza Leão assumiu que tem 73 anos. Só sei que, olhando as manchinhas, entendi que a gente não vai morrendo, a gente vai descolorindo. Vai despigmentando. Sumindo mesmo, sabe, até o dia de desaparecer da face da terra. Por falar em idade e Danuza, vi a reprise da entrevista que ela deu para a Marília Gabriela. Fiquei estarrecida ao pensar que, somando a idade das duas, chega-se a mais de 130 anos. Impressionante. Não quero comparar a qualidade do diálogo, mas 130 anos é coisa pra chuchu.
Como disse Woody Allen, que já completou 70, ninguém fica mais sábio porque fica mais velho. Pra ficar mais sábio tem que ser mais feliz. Em qualquer idade.
Um bebê de Angelina Jolie com Brad Pitt certamente será uma belezinha. Casal mais bonito, eu não conheço.
Pronto. Já vi o capítulo de JK, já escovei os dentes e posso levar meu livro pra cama e ler até dormir. "Carmem" tem quase 600 páginas mas já estou na 463. O livro tem um defeito: tem nomes próprios demais. Muita letra maiúscula. Em certos momentos pareço estar lendo verbetes de uma enciclopédia dos anos 30 ou a lista telefônica dos anos 40. Mas é um trabalho colossal de pesquisa, digno do meu ídolo, Ruy Castro. Assim que acabar de ler Carmen, vou ler o livro de Danuza, Quase Tudo. E já tenho uma seleção para o resto das férias, de Clarice Lispector a Truman Capote. E aceito sugestões. Até mais, obrigada pela companhia.
Eu me conheço e sei que hoje, não sirvo mais para assistir reality shows. Não consigo me envolver, torcer, brincar. Vejo tudo com olhos frios e profissionais. E aí, fico cheia de implicâncias. Acabei de verificar isso agora, vendo o sorteio dos participantes via carta. Não tem jeito, por melhor que seja feito o corte de câmera, dá a impressão de que a cena em que a mocinha pega as cartas no ar não foi feita em tempo real, junto com o momento em que ela coloca as cartas no placar. Porque a gente não vê o movimento dos braços abaixando. Corta direto dos braços no ar para os braços já segurando a carta ou entregando para o analista. Não tem jeito, parece fake e eu não consigo assistir acreditando. A pergunta que fica é, se o sorteio fosse mesmo ao vivo, em tempo real, por que todos os cortes foram feitos da mesma forma? Por que não deixaram um plano sequência uma única vez, mostrando as cartas pro alto, a moça pegando e, sem cortes, lendo a carta, entregando para o analista e colocando no painel? Tá vendo? Eu não sirvo pra ver reality shows. Porque os reality shows são muito mais show do que reality.
Aqui em Barra do UNa hoje foi o dia mais bonito da temporada. O mar, tão límpido, tão claro, tão cheio de peixes que as gaivotas sobrevoavam e davam rasantes para pegar o almoço. O rio estava gelado, limpissimo. Entre os banhistas muitos estrangeiros. A praia fica lotada de outras línguas, mas todas, se silenciam diante do belissimo por do sol.
Amanhã, é dia de voltar pra cidade.










