Acabamos de voltar do cinema. Fomos ver o filme de Steven Spielberg, Munique. Saí do filme com duas certezas: a de que matar não é solução para nada, nunca e a de que as pessoas nunca vão viver em paz. Por que digo isso? Por que um casal na fila de trás ficou atendendo e falando ao celular, incomodando todos. Quando o filme estava quase acabando, as pessoas ao lado delas reclamaram e começou um pequeno bate-boca civilizado. As luzes se acenderam e aí, todos cordialmente resolveram se manifestar dizendo ao casal que eles estavam errados.
Eu mesma dei meu pitaco. Quando o homem se justificou dizendo que tinha filhos e estava falando com eles eu disse que também tinha, só que me dei ao trabalho de sair do cinema e ir até o banheiro para ligar pra casa. Ser civilizado dá mais trabalho mas é o único jeito de conviver em sociedade.
De qualquer forma, manifestei meu desejo de paz no oriente médio comendo num bandejão árabe.
Abro a homepage do UOL e vejo a chamada: "Pânico tenta fazer Clodovil calçar as sandálias da humildade". Clico, leio e penso com meus botões forrados de chita estampada: "nada a ver".
Há meses o Pânico não tem mais este quadro "Sandálias da Humildade" e esta matéria, talvez a melhor da semana, com o Vesgo no tradicional papel de repórter e Ceará em dois papéis, o de Silvio Santos e o de Clodovil. Na verdade eles foram à estréia da peça e ofereceram prêmios para que as pessoas desistissem de ver Clodovil! A edição ficou um show e os meninos estão a mil. Mas não tem nenhuma ligação com sandálias da humildade.
Sem contar que não nada para esta semana de 'aulas de etiqueta'. Não sei quem passou isto para a jornalista. Falamos disso na reunião de segunda mas ficou para outro programa. E por último, o texto diz apenas "Uma das matérias do programa vai mostrar Mano Quetinho (Vinicius Vieira) e Mendigo (Carlos Alberto) invadindo a festa do bairro do Bexiga" mas não explica que é a festa de 452 anos da cidade de São Paulo. Não é uma 'festa do bairro do Bexiga', é o aniversário da cidade de São Paulo.
Realmente, trabalhar no sábado é complicado. Mas tudo bem, vale pela chamada. Como diz o Falabella, o importante é a foto e a legenda porque a matéria pouca gente lê.
PS - concordo com a jornalista no ítem 'foi mal'.

O Google não fez um logo comemorativo mas em janeiro
deste ano celebra-se o tricentenário de nascimento de
Benjamim Franklin, ó raios!
Fonte da animação: ushistory.org
Fonte da informação: wikipedia
PS - 2006 também celebra 400 anos de nascimento de Rembrandt.
Se você quiser entrevistar o presidente dos Estados Unidos, você pode ir pelas vias formais e solicitar uma audiência oficial através do Governo Brasileiro, ou do Itamaraty e esperar toda a tramitação até que o evento ocorra. Ou pode ir por caminhos alternativos, como por exemplo, pedir para uma amiga que conhece a cabeleireira que trabalha com a prima da manicure que faz as unhas da primeira dama toda semana etc. e tal.
Não conheço as vias normais da Internet mas de tanto mexer sempre encontro caminhos bem alternativos, provavelmente, todos muito burros. Mas sempre chego onde estou indo e isso me satisfaz.
Exemplo? Eu queria fazer download de um video em quicktime, bem pequenininho, 'embedded' numa página. Entrei na página, vi o código fonte e encontrei o nome do arquivo. Fui ao diretório mas não não consegui nada. Tentei trocar o http:// pelo ftp:// mas tinha login e senha para entrar no diretório. Tentei então colar o link do quicktime (não tenho a versão PRO, vendida, que faria isso facilmente) e abri a página no Front Page (velhissimo). Eis que o video rodou e foi parar num arquivo temp do meu PC. Voilà. Copiei o video para o desktop e agora ele está em meu flash drive.
Sempre tem um jeito de conseguir as coisas que você quer, do jeito que você quer, ou seja, de graça e em casa, sem ter que perguntar pra ninguém!
Todo mundo sabe. Em termos de tempo internético, é mais velho que clicar o mouse. Mas só hoje eu vi na Folha online, uma manchete chamando para o fato de que o Google comemora os 250 anos de Mozart em seu logotipo. Antes tarde.
Todo casal tem. Toda dupla, todo trio, todos. Todo mundo implica com todo mundo, é inevitável. Lembrei disso por causa da minha imagem no MSN, aqui ao lado, o "Vamo-Kombi-Na". Toda vez que uso esta expressão meu marido implica comigo. Ele odeia que eu diga isso. Mas tudo bem, porque eu também implico com muita coisa que ele diz ou faz. Férias maravilhosas, soltos no mundo e agora, trancados no apartamento. Engiolar gente altera o comportamento. Depois da tempestade vem a bonança, depois das férias, vem a implicância...
Exceto pelos imensos anúncios horrorosos e o texto incompreensível de hoje do Quiroga, o Caderno 2 de hoje está muito bom. Gostei muito do texto de Aluízio Falcão chamado "Os poetas da geração mimeógrafo" e a matéria de Sérgio Augusto,"Mentes brilhantes, idéias perigosas", sobre o superblog Edge. O blog "Edge" (também uma revista) pergunta "Qual a sua idéia perigosa?", respondida por cientistas e pensadores. Entre as respostas, algumas idéias que poderiam pirar os seres humanos, como o fato de estarmos totalmente sozinhos no universo, de termos sido originados de água suja e detritos e a de que não existe absolutamente nada depois da morte.
E bom dia.
Não vou ficar aqui me queixando mas deu vontade de desabafar. Tema: empregada doméstica. Tenho uma funcionária há anos, registrada, carteira assinada, tudo certo. Pago bem e corretamente, incluindo todas as obrigações legais, como férias com 1/3 a mais, 13o, e etc. Há cerca de um ano e meio, ela pediu para que eu ajudasse uma irmã dela, que tem 3 filhos. Mesmo sem precisar, chamei a moça para ajudar em casa. Ela não sabia fazer nada direito, não gostávamos dela mas, mesmo assim, achamos que seria humano ajudá-la, em nome das 3 crianças. Comprei roupas de inverno, material escolar, tudo, pensando em ajudar de fato. Só resolvi não registrá-la, porque era mais uma ajuda do que um serviço. E porque ela nem tinha carteira de trabalho. Sei que é errado, mas na minha cabeça não era nem um trabalho, era mesmo uma ajuda humanitária.
Ela nunca ficou um fim de semana sequer em casa, teve férias remuneradas e todos os direitos pagos. Na verdade, teria sido melhor dar o dinheiro para que ela ficasse em casa ao invés de vir para a minha.
Um dia, pedi para ela ficar um sábado. Ela disse não e sumiu. Não publiquei anúncio. Ela apenas desapareceu. E, claro, reapareceu com um processo pedindo todo o dinheiro novamente, porque não assinou nenhum recibo e nem os direitos de indenização. Eu paguei tudo. Mas não tenho papéis que provem. Ela sabe que eu paguei tudo mas está desempregada e a única chance de ganhar um dinheiro é processando a mão que a ajudou. Talvez eu tenha que pagar tudo novamente, em dobro. Pelo menos, aqui na Terra.
Tenho até vergonha de dizer que além de tudo, emprestei dois mil reais para ela comprar material de construção para fazer um puxadinho ou algo assim. Claro, ela nunca vai devolver. E ainda vai me fazer pagar tudo de novo, por nada.
Agora me diga que eu sou uma idiota, por favor. Preciso ouvir isso para deixar de ser uma bobona de coração mole. E ainda tenho que aguentar a lei me tratando como uma madame.
PS - Para ser justa, preciso aproveitar o post para agradecer a D'us por tudo. Por ter trabalho, por poder arcar com este prejuízo, por ter a chance de poder ajudar, por ter uma família, casa, amigos, este blog e os queridos leitores. Obrigada mesmo. O resto, é só dinheiro. A gente ganha, perde, recupera.
Dia de gravações com muita chuva. Juliana do BBB6 no restaurante, transeuntes e populares respondendo perguntas, gravações em Alphaville. Sexta-feira agitadíssima aqui na produção.

Sabrina está no hospital com Bola. Ninguém sabe exatamente o que aconteceu. Ontem, quando tirei esta foto, ela estava apenas se queixando dos machucados nas pernas. Sabrina fez mergulho (no Caribe)com o um parceiro um tanto ansioso para tal atividade: o Vesgo. Vesgo comprou uma câmera fotográfica blimpada (à prova dágua) e ficava puxando Sabrina para chamá-la, embaixo dágua,para que ela o fotografasse. Cada vez que Vesgo puxava Sabrina ela ralava a perna um pouco mais nos corais. Sangrou muito e deixou marcas intensas. Não sei se a coisa piorou ontem, porque ela teve que passar maquiagem no corpo para se transformar numa passista,na gravação de um quadro novo. Enfim, já já Emílio vai ligar pra saber.
UPDATE - Bola já avisou por telefone, que ela teve uma infecção intestinal. Será ] Síndrome do Intestino Irritável?
A Cingular, maior operadora de celular dos EUA entrou com um pedido de patente dos 'emoticons', também conhecido como smileys. (ver aqui). Eu gosto dos Smileys.
E me lembrei da versão "Forrest Gump" da criação da carinha.
Turning the pages. Em homenagem aos 250 anos, a republicação do link. Entre, clique, leia, ouça.
Lá está Clodovil, no Amaury Jr. explicando por que todas as pessoas o amam. E, claro, tentando provar a legitimidade de sua superioridade. Ele diz que nasceu artista. Mas agora quer ser político. E, no alto de sua arrogância, pergunta: "E você tem alguma dúvida que eu vou me eleger?". Depois diz que não tem cara de pobre, odeia plástico e nasceu para os cristais. Confesso que hoje ele só me desperta um sentimento: piedade.
O que é essa 'Justiceira do Funk' na homepage do UOL? Algum editor chefe tirou férias e foi substituído? Ou é matéria paga? Quanto custa? No caso, posso fazer uma vaquinha com os queridos leitores e cobrir a oferta?
Ele é simplesmente o cara mais bacana da TV. Generoso com os amigos, sempre. Soube que há anos, mais de uma década, ele banca o tratamento médico de um humorista que trabalhou com ele. Sem contar pra ninguém. Sem fazer propaganda. Isso é raro. E muito humano.
Maldade pura. Madonna é uma grande artista e muito bonita e bem cuidada. Faz 3 horas de exercícios diários. Aos 47 tem um corpão,dança e é super flexível. Pura sacanagem o que fazem os tablóides,publicando esta foto,mais precisamente o o Daily Mirror. Estou perpetuando a maldade ao republicá-la mas o texto que acompanha é paradizer que ainda gosto muito da artista. Atravessei os anos 80 sendo super fã. Adorava dançar e cantar Material Girl.
Fonte da foto.

O site da Deutsche Welle traz uma matéria sobre a preparação para a copa do mundo. A polícia teme ação dos hooligans, mas em geral, o clima vai ser de paz. A boa notícia para os bebedores é que na Alemanha a cerveja custa menos que refrigerante.

Clique no colar (japamala). Uma nova janela se abre. Siga as instruções (em inglês). Clique e aguarde seu karma.
Link
Esperei até agora só pra ver o Licurgo morrer. Personagem que mexe com a gente esse. Especialmente com a interpretação do Luis Mello.
Acabei de ver uma vinheta de aniversário em que uma enfermeira simpática que diz receber cerca de 150 novos pequenos paulistanos por mês aparece numa tela divida ao meio em dois momentos: um, dando o depoimento, à direta e, à esquerda, limpando o cocô de um bebezinho. Fiquei muito preocupada com a possível mensagem subliminar contida na peça.
A vida aquática com Steve Zisou é um filme muito, muito esquisito. Não é bom nem ruim, não é engraçado nem dramático e demora muito pra terminar. Durante a exibição do vídeo, tivemos uma desistência. Nem pipoca eu quis estourar. Anotei o nome do diretor, Wes Anderson, para nunca mais assistir nada dele, só por precaução. Ainda mais depois que eu vi no IMDB que ele fez outro filme com Anjelica Houston que eu destestei, The Royal Tenenbaums. Porém eu achei bom ter assistido. Se é que você me entende.
Passei o filme inteiro tentando lembrar o nome do barco do Jacques Cousteau. Custou e eu não lembreil. Fiquei putíssima. Tive que olhar no Google mesmo. Mas quando encontrei o nome, compreendi o bloqueio do meu cérebro e perdoei-o por isto.
O UOL mostra uma foto da cena deprimente em que paulistanos devoram o bolo de aniversário. Dizem que o bolo é um recorde em tamanho, assim como a fome.
Na TV vejo Malu Mader num comercial da Telefônica. Ela é uma das atrizes mais requisitadas pela publicidade brasileira. Bonita, bem sucedida, bem casada, boa mãe.
Xuxa vai receber 200 mil reais por danos morais e uso indevido de imagem. É um direito dela. Resta saber se ela vai ficar com o dinheiro ou se vai fazer uma doação.
Na TV Vejo Ratinho na inauguração do novo bar de Alvaro Garnero. Vejo Lucimara Parisi e seu marido. E Agnaldo Rayol. Uma repórter de queixo pontudo. Carlinhos estava em outra festa, na USP. Eles foram lá para comemorar o aniversário do Carioca, que foi ontem.
Abro a home do UOL. Fico atônica. Passo a passo para você fazer sua água de passar? O que é isso? Eu não tenho uma água de passar. Clico e, claro, é água de passar roupa. No mesmo segmento há uma chamada para uma matéria que explica como organizar os sapatos. Por alguma razão não me identifico com nenhuma das propostas.
Na TV Vejo
Ruy Ohtake dando uma entrevista para
Gilberto Dimenstein. E uma vinheta sobre o São Paulo Convention Center com João Dória Jr., Luciano Huck e Ana Maria Braga.
Hoje, na TV Cultura, tem Conexão Roberto D'Avila com o fotógrafo Sebastião Salgado.

Meu amigo Fábio Embu tinha recomendado um filme. Mas eu não lembrava o nome. Fui à locadora e peguei um DVD. Adivinha. Era exatamente o que ele recomendou. Não liguei o vídeo ao nome e nem a pessoa. Mas deu tudo certo. Agora vou ver "A vida marinha de com Steve Zisou", com Bill Murray.

Delícia de reportagem do site NoMínimo. Sobre manequins de vitrines.

Paparazzo, singular.
Paparazzi, plural.
Porque a palavra é italiana.
Ou não?
Pergunto isso porque a manchete do site OFuxico usa o plural
em portugliano, 'paparazzos':

Digitei "paparazzos" no google e ele pergunta:

Mas..paparazzis, não seria o plural do plural??
Por outro lado, Algum professor de plantão no feriadão?
4![]()
segundos foi o tempo que os participantes da festa de 452 anos da capital paulista levaram para consumir o bolo do Bixiga, considerado o maior do mundo, com![]()
452
Sempre gostei mais dos esportes individuais para praticar e dos coletivos para assistir. Acho bacana ver uma partida de futebol, vôlei, basquete mas na hora de participar, não ligo. Sempre preferi correr, nadar, jogar ping-pong. Já fiz cursos de ioga e tênis e hoje faço Pilates. Mas nunca fiz parte de nenhum time esportivo. Por isso só vou a clubes para usar as instalações como piscina, vestiário e pista de corrida, no máximo. Por isso mesmo, neste feriadão de sol em São Paulo, o passeio que fiz até o clube foi muito diferente do que eu gostaria. Piscina lotada, com a garotada mergulhando por baixo dos praticantes de natação e centenas de adolescentes usando as raias plásticas como poleirinhos. Não tinha cadeira para tomar sol. Aliás, não tinha nem um lugar ao sol. Tentei ler mas nada pode combinar menos com Clarice Lispector do que um clube lotado de gente. Mesmo grata por ter acesso a uma piscina para nadar um pouco preferi passar no video clube e pegar um DVD. Nada como o conforto da casa e da família da gente, o tamanho certo do mundo que nos cabe.
E pode ter um presente melhor que um feriado numa quarta-feira? Feliz Aniversário, São Paulo.
Vendo a cara do Garotinho na TV, ouvindo as explicações sobre a 'verticalização' dos apoios, acompanhando os insuportáveis clichês do comentarista político, fica realmente difícil gostar da política nacional. A combinação de corrupção com má-intenção e chatice é bombástica.
Sem contar o Janene, que está sumido desde dezembro. O porteiro disse que ele está na praia. Deve estar torrando os quatro milhões que recebeu do Marcos Valério.
Entra ano, sai ano e todo mundo continua jogando paciência no computador. Eu, ainda jogo arachnid. E meu cérebro bobão ainda fica contente quando o jogo dá certo.
Da série 'por que eu não registrei este domínio pra mim?'.
Penso,blogo,existo. Blogo, logo, publico. Não sei se vai virar livro ou filme mas o blog da taxista de Nova York Melissa Plaut já é notícia. Aqui no Brasil o primeiro taxista a ter um blog no UOL também foi destaque.
Fonte: USA Today .
Achei interessante a idéia: a criação de um cartão de crédito de poluição.
Poluiu, pagou. É o Carbon Card, Cartão de Carbono. Você começa cada ano com mil
pontos e toda vez que enche o tanque, passa o cartão de carbono e ele deduzirá
pontos pelo tanto que você vai poluir com o combustível.
Interessante,
não? Uma vez, eu vi um filme trash que tinha um carnê da vida. Toda vez que você
fumava, enchia a cara, comia porcaria, se drogava, passava o cartão e
descontavam dias da sua vida. Que é o que acontece mesmo quando a gente se mata
mais depressa do que já vai morrer.
Eu sou assim, desorganizada. Não é uma coisa boa pra mim, mas assim eu sou. É possível que eu possa mudar, melhorar, me tratar. Mas no fundo, acho que tenho o direito de ter qualidades e defeitos. E, entre meus defeitos, está este, o da desorganização. Não é falta de capacidade é um sentimento. Eu não gosto de burocracia. Eu não sinto prazer neste tipo de atividade. E aqui estou eu, procurando uma receita médica de junho do ano passado. Pra tudo tem jeito, claro. É possível voltar no médico, pegar uma nova cópia da mesma receita, enfim, há pessoas e organizações que cuidam disto. Mas organização e burocracia pra mim são coisas de pessoas jurídicas, não físicas. As pessoas físicas que trabalham com isso, recebem para tal função.
Eu, sou desorganizada. Não consigo achar o papel que procuro na hora que necessito. E acho justo que, com outras capacidades e competências, a pessoa pode ganhar dinheiro para pagar pelas competências que não têm.
Mas o mundo condena todo mundo que é bagunceiro. Então, condenada estou.
Aproveito e boto no mesmo processo de condenação a preguiça trancosense que estou sentindo. Mas mesmo assim, vou fazer o que tenho que fazer.
Eu e todo o mundo que produz alguma coisa nesta vida.
Ainda não me adaptei. Minha cabeça ficou lá no sul da Bahia. Mas amanhã, ela volta. Tentei me interessar pelas manchetes da home do uol, sem sucesso. Irmãos Cravinhos, Duda Mendonça, Pinochet, nada. Só a proposta milionária para Glória Perez mereceu meu aperto de mouse. Melhor dormir. Boa noite e obrigada pela companhia.
Breve, aqui, o ritmo de sempre.






