Vi a pia da esquerda, do Arthur Casas, numa galeria de fotos de banheiros da Veja online desta semana. Não sosseguei enquanto não achei a foto da pia do banheiro da Synapsys, que tirei em março de 2005, que é do mesmo arquiteto. Fiquei horas procurando nos arquivos do Querido Leitor. E achei, a foto e o post original. Ter um blog é ter um arquivo.

Se minha vida permitisse eu passaria parte do meu tempo estudando história e filosofia, duas áreas em que sou totalmente ignorante. Gostaria de poder ler mais, aprender mais. E estudar epistemologia (teoria do conhecimento) e semiótica, por exemplo, dois assuntos que me interessam. Vivo lendo Umberto Eco. Sempre estou lendo um livro de alguém e um do Eco. Esses desejos me fizeram publicar este diagrama da Wikipedia de novo. Tão simples mas tão profundo.
Agora que já vi vários episódios estou começando a entender as coisas. Ou, pelo menos, estou começando a achar que estou entendendo. Lost é um reality show de ficção, por mais absurda que esta colocação pareça. É uma série com 14 personagens principais, exatamente como um reality show. Mas, ao invés de ser um 'no limite', ao extremo, com participantes selecionados em agências de figuração e por olheiros nas ruas, é produzido de forma profissional com atores de primeira linha. Para mim, a diferença entre um filme e uma série é que o filme é uma história, que precisa de personagens para que ela se revele, enquanto a série é um conjunto de personagens, que precisam de histórias para serem revelados.
Uma vez, numa situação que não cabe contar aqui, desenhando na areia da praia (óóóóó!) entendi que há elementos narrativos nas boas histórias que 'decolam' e dão certo. Decolam porque possuem os dois movimentos, o circular, como um giro da hélice e o linear, o movimento que vai para frente. O linear é a narrativa épica, que coloca as coisas num progresso temporal. E o movimento circular é o poético, o que sempre retorna, o recorrente, como as questões pessoais da vida de cada um.
Como Lost é ambientado numa ilha, com muitos flashbacks, este movimento recorrente fica mais evidente, as histórias que ficam voltando e voltando.
Ou então o seriado já detonou minha cabeça e estou delirando numa ilha de mistérios...
O tempo passou, fui para e voltei do RJ e esqueci de agradecer à Adriana, da Predileta, pelo oferecimento do empréstimo da bicicleta. Obrigada, querida. Na próxima viagem, aceitarei a oferta.
Katia Francisco Lima, querida leitora e ouvinte assídua dos Skypecasts, mandou um email com o link de uma idéia nova na rede, que tem pouco mais de um ano de idade: postcrossing. "... é um projeto de um português (Paulo Magalhães) que adaptou a idéia do bookcrossing para os postais, e tem funcionado muito bem, quem participa viaja pelo mundo e conhece outras culturas sem sair de casa. Eu participo a alguns meses e tenho adorado ! Além de receber informações sobre os outros países eu tenho conseguido fazer muita gente querer conhecer nosso país, que apesar dos pesares é uma beleza. Como o site é todo em inglês é preciso domínio da escrita e leitura da língua para participar", explica Katia.
O Postcrossing tem uma galeria de fotos no flickr e parece ser muito bem organizado. Boa idéia. Obrigada, Katia.
Lendo as notícias sobre televisão e a onda atual de programas de dança, concluo que é um bom formato para formar elencos, principalmente com pessoas que estão afastadas da TV. As escolas de dança de salão devem estar bombando.
boa noite.

foto do celular




Estava no Gizmodo. De lá foi parar em todos os lugares que buscam novidades tecnológicas. É a volta da cabine telefônica onde o superhomem trocava de roupa. Foi, voltou e agora, volta de novo, desta vez, sem o telefone. Você é que leva o celular para a cabine, para ter um pouco de privacidade.
Todo mundo já passou por isso. De repente seu celular toca e você sai andando feito um homem berinjela em busca de um pouquinho de privacidade para resolver um particular. E aí, acaba falando no banheiro, na escada de incêndio, embaixo da estação de trabalho, atrás da pilastra do estacionamento. Pois seus problemas acabaram! Não é Tabajara mas é uma boa idéia. The Cell Zone, a cabine telefônica sem telefone, para você falar ao celular com um mínimo de silêncio, conforto e solidão.


Uma mulher de 32 anos chamada Rhonda Hodge, residente em Pittsburgh diz que Jesus apareceu para ela numa imagem de uma ressonância magnética feita em seu corpo recentemente, informa o 'Local 6 News '. Rhonda tem problemas na coluna e fez vários raios-X para detectar uma hérnia de disco, que causou paralisia em seu pescoço e no braço esquerdo. Uma das imagens, chamou a atenção dela e de seus colegas, esta que está acima. Diz ela que parece Jesus crucificado. A produção da Sônia Abrão adoraria essa pauta, Jesus no Raio-X.
Melhor que isso, só a imagem da Virgem Maria na barriga da tartaruga, mesma fonte. Se bem que esta próxima é mais Gilberto Barros. 
É para redator Jr., salário de iniciante. Para escrever para o Paulo Jalaska e outras atividades humorísticas em geral. Por favor, tem que ser júnior, porque o salário é para iniciantes. Mas tem que ter alguma experiência como redator de humor. O programa já está no ar, tem que entregar todo dia. Não é para 'dar uma chance', 'mostrar uma idéia', apenas, é um trabalho. Pra todo dia. Se você quer se candidatar ao cargo, mande um email, breve, objetivo e com curriculo anexo.
Escreva para:Marcelo Eduardo Santos
Diretor de Programação - Jovem Pan Sat
Mas como só há corruptos porque há corrompidos, a matéria deixa bem claro que é o caso do Zorra Total é encontro do oportunismo com o abuso de poder, a famosa união da fome com a vontade de comer, neste caso, em mais de um sentido.
A tecnologia avança, a ética retrocede. O que há por fora vale muito mais do que o há por dentro, o que parece é mais importante do que o que realmente é e, em se pagando bem, que mal tem?
Cada um que cuide do que é seu. E que cuide bem.
História recente da Rede e projeção para 2015. Narração em inglês, legenda em português.
(Link enviado por Paulo Fontes)
Erradicar - arrancar pela raiz.
- Nem sei dizer como foi, doutor. Foi tudo tão rápido.
Deu no O Globo: o Google Brasil terá que quebrar o sigilo e informar os perfis do Orkut aqui no nosos país. Ou faz isso ou vai ter que pagar multa de 50 mil reais por dia. Não entrarei no mérito da questão mas tem gente que mexe com coisas sem avaliar onde está se metendo. Mesmo que seja por brincadeira, há assuntos que não se pode mencionar. E mais além, há um outro fator, quando o privado potencializa o público. Explico:
- Imagine, por exemplo, que você crie (hipoteticamente )uma comunidade desagradável sobre texugos, ofendendo e propondo a extinção desses animais. E que uma ou mais pessoa esfera jurídica pública seja justamente o presidente da associação mundial de defesa aos texugos. Além de defender o interesse público este funcionário, que também é um ser humano, sente-se pessoalmente aviltado. Pronto, você dançou. Mas convenhamos, não foi azar. Não está certo propor o fim dos pobres bichinhos. Não é a regra mas isto também acontece e aí, as coisas se potencializam mesmo.
Procuro um tamanco holandês no Google Images. Não adianta escrever 'tamanco holandês', não retorna nada. Também não adianta pesquisar por tamanco ou tamanco de madeira. Começo a pesquisa então com 'dutch clog', tamanco holandês em inglês, que você encontra em qualquer dicionário online. Encontro várias imagens boas. Uma delas tem uma marca dágua, não serve. Vou adiante e, na 4a. página de resultados encontro uma imagem adequada mas muito pequena. Vejo seu nome na barra: 'klompen'. Só pode ser o nome do calçado no original, ou seja, klompen é o mesmo que clogs, tamancos. Procuro no plural e no singular, klomp. Digito 'klompen' e 'klomp' no google images e encontro o que procuro, com muita opções.
Aqui, você lê sobre a rota holandesa no Brasil, caso interesse.

Maria Adelaide Amaral está pesquisando e escrevendo uma nova minissérie, desta vez sobre a invasão holandesa no nordeste brasileiro, informa a coluna de Daniel Castro. Não vou perder. Além de ser admiradora do trabalho de Maria Adelaide e do primor da produção das minisséries da Globo, sempre fui apaixonada por qualquer assunto referente à Holanda. Desde muito pequena eu sonhava com a Holanda, sem nem mesmo entender que era um país. Tudo me emocionava e me fazia chorar, se estivesse ligado a este lugar. Quando conheci a Holanda, já adulta, fiquei totalmente encantada.
Os mais esotéricos dirão que eu tenho uma ligação cármica com o país. Talvez, em vidas passadas, eu tenha sido um tamanco.
(fonte da imagem)
.A nota.
.O comentário:
O difícil não é acreditar mas compreender. O colunista recebeu via email, dúzias e dúzias de textos enviados por uma mesma leitora, durante mais de um ano e nunca questionou quem seria o autor de tudo aquilo. Os textos que ele assinava não eram seus, tampouco eram da remetente. O colunista imaginou que todos aqueles textos eram simplesmente anônimos, de origem desconhecida. Textos que surgem, do nada, por geração espontânea. Textos que sistematicamente chegam de lugar nenhum, escrito por ninguém. E em primeira pessoa. Isso sim é ghost writer, autor fantasma. Mas tudo bem, ele admite que errou ao não perquirir, como ele colocou, a origem dos mesmos.
Acredito nisso, sim. Simplesmente porque era algo simples, fácil, que lhe caía em sua caixa postal e lhe convinha publicar e assinar, facilitanto seu trabalho de fazer a coluna e ser remunerado por isto. Era conveniente, não havia motivo para questionamentos.
Faz sentido também acreditar que ele jamais teve o dolo, a intenção de me fazer nenhum mal. Acredito nisto de verdade. Acho que ele não fez isto para me prejudicar, apenas para beneficiar-se. Agora, porém, a história vem à tona. Textos não surgem sozinhos, alguém os escreve. Esta autora reclama a autoria. O plagiador sofre e já não sente mais os benefícios de antes. É a realidade batendo à porta e cobrando a esmola em demasia, mesmo sem a desconfiança do santo.
Não desejo ao colunista nenhum mal, sou contra o linchamento público. Mas contra fatos não há argumentos. E o fato é que durante muito tempo ele publicou textos meus em sua coluna, como se dele fosem. Assinou seu nome como autor do que eu escrevi. Ele recebeu por um trabalho que eu fiz. Criou-se um débito. Não é uma questão de fé mas de nexo. Nem um caso pessoal, mas profissional.
A única coisa que ainda martela minha cabeça e não consigo compreender é, como, de repente, em vários lugares das colunas onde os plágios ocorrem, bem perto de onde estão vários posts meus, surgem frases perdidas como esta : 
Para quem nunca visitou este blog é uma coincidência surpreendente. Se o colunista jamais tivesse me plagiado, eu acharia normal que ele chamasse seus leitores de queridos leitores e se auto-intitulasse escriba, tal qual costumo fazer. Mas em tendo existido o plágio sistemático, sou obrigada a concluir que, de tanto ler meus textos enviados por uma leitora sem nome, ele acabou plagiando também meu estilo. Ou isto ou a colaboradora anônima anexou um glossário com meus termos prediletos. Mas até que seja provado o contrário, acredito que ele não teve o dolo.
Só tem uma coisa, que eu gostaria muito que ele esclarecesse, talvez no jornal O Estado,já que ele mandou o email e, ao não receber resposta imediata, publicou parte dele em sua coluna. O colunista teria, como sempre, recebido um email de sua colaboradora voluntária, aquela que roubava meus textos do blog e enviava para ele, graciosamente. O email continha um texto escrito em primeira pessoa dizendo 'foi o que eu fiz, por 36 reais garanti o leite das crianças'. ( ver aqui) Ele publica o mesmo texto dizendo 'por trinta reais garanti o leite das crianças' (ver aqui). Como foi que os 6 reais se perderam no caminho? Como ele se sentiu pegando um texto sobre uma doação que ele não fez e publicando como se a tivesse feito? E mesmo supondo que fosse ela, a tal colaboradora, que tivesse feito a doação, como ele se sentiu afirmando ter doado algo que não doou? Em setembro, virá na minha conta telefônica, o desconto deste valor. Na conta dele, não.
Eu entendi quase tudo. Mas não consigo entender como alguém afirma ter feito uma doação que outra pessoa pagou. E justamente, para o leite das crianças. Difícil, tudo isso, muito difícil. Faz um mal danado à alma.
Assim, afirmo e dou fé que nenhum animal foi torturado ou usado como cobaia para a confecção deste post e que meu dentes já foram todos devidamente escovados.
A rede de TV inglesa Channel 4, vai exibir um docudrama de TV, em que o presidente Bush é assassinado por um franco atirador Em inglês. E em português aqui.

Você nunca viu isso.(sorte sua)
Nunca viu nada igual a isso.(mas verá)
Uma mulher e sua interminável coleção de malhas.
É realmente, um fenômeno.
Link aqui.

Sério. Se você quiser agradecer alguém um milhão de vezes, mande este link. Com áudio. Um milhão de vezes, thank you. No dia do blog, então, um milhão de vezes obrigada por todas as suas visitas aqui.
Essa postura generalizada de vender a mãe, alugar a filha, roubar o vizinho e φoder o próximo, é coisa recente ou recente é só a divulgação do fato?
Pena tê-lo encontrado depois de cinco horas de busca.
Fazer justiça neste país é uma das coisas mais desestimulantes que existem.
.Abro meu gmail e a primeira mensagem que encontro é meu amigo Alexandre Inagaki, do blog Pensar Enlouquece. O email traz o link de seu post mais recente explicando por qual motivo os comentários do blog dele passarão a ser pré-aprovados antes da publicação.
.Vou lá. Leio o post. Compreendo exatamente tudo o que ele diz. Me dou conta de que hoje é o Blog Day, o dia do blog, quando deveríamos celebrar a liberdade e interatividade da ferramenta. E entristeço.
.Lembro que a talentosíssima escritora Indigo também media pré-aprova seus comentários. Índigo, que matou a história da odalisca e revelou com seu jeito oculto que é também Indighost Writer do livro que foi tema do Superpop de ontem. E medito.
.Me ocorre que, antes de dormir, ao deitar a cabeça sobre o travesseiro no escuro do quarto depois da meia noite, fiquei pensando em uma das figuras que entra sistematicamente aqui no blog para vampirizar minha energia vital,para me atazanar e tirar de mim a alegria de viver natural que me foi dada. Me pergunto se ela estará dormindo ou não, se tem consciência do que faz ou não. Se tem um cama, uma família. Se é feliz. E lamento.
.Penso no recente caso aviltante de plágio que sofri, mais de um ano comprovado de textos pessoais roubados, plagiados, dolosa ou culposamente, por fulana ou beltrano, tanto faz. E sofro.
.Há momentos na vida em que é preciso abrir mão dos resquícios de ilusão que ainda temos, da qual 'também' se vive mas, principalmente, se morre. Em sua sabedoria, Millôr Fernandes já nos avisou que o homem é um macaco que não deu certo. E me aprumo.
.Hoje é o dia do blog, data simbólica e pouco lembrada ou celebrada. Hoje também é aniversário de treze anos do PCC. Hoje o Ina passa a pré-aprovar seus comentários. Hoje é dia de pensar no que vale a pena ou não. Hoje é um lindo dia para sair de qualquer caminho que não tenha coração.
Publico abaixo o texto que escrevi ontem para a coluna de hoje do Comunique-se, no canal 'literário' e que ainda não está no ar:
O efeito sem causa
Rosana Hermann
De repente, do nada, sem nenhum aviso, o acaso vem e zás! E lá está a flecha em seu peito. A torta na cara. A pedra no sapato.
Ter um blog aberto na rede é aceitar o risco de ser alvo de um sniper, um figurante vestido de índio, um confeiteiro sem fronteira. Mais dia menos dia, acontecerá. Com ou sem motivo, conhecendo ou não o ofensor você será atacado. Como dizia Nelson Rodrigues, é batata.
A explicação não é dramática mas estatística. Segundo dados da Organização Mundial de Saúde cerca de dez por cento da população do planeta tem algum tipo de doença mental. Pode ser uma depressão inofensiva, uma esquizofrenia, um transtorno bipolar, tanto faz o diagnóstico. Vale lembrar que ninguém tem culpa de ser doente e todo mundo passa por fases difíceis. Atire o primeiro mouse quem nunca teve vontade de destruir alguém na rede. Fato é que, se mil pessoas entrarem em contato com você, via blog, email ou comunicador instantâneo, cem poderão ter algum problema psiquiátrico. Não é difícil compreender que um paranóico qualquer identifique você como inimigo a ser destruído. Isso sem contar todos os problemas de caráter que afetam boa parte da população.
O problema é que, quando acontece, irrita. Enche o saco, dói, porque os padrões são sempre os mesmos. Tem a pessoa que confunde erro de digitação com erro de português, tem o chato que acompanha sua vida com lente de aumento e fica à espreita no aguardo de qualquer deslize para dar o bote com seu ‘ah há!’, tem o anônimo despeitado que entra no blog não para falar com você mas de você, como se os outros leitores fossem parte de uma platéia para seus muxoxos. Tem o agressivo patológico, tem o covarde pentelho, tem o chato impertinente. Embora constantes e inevitáveis todos esses casos compõem uma minoria. Em geral, a relação entre blogueiros e leitores é muito boa, mesmo porque muitos leitores também são blogueiros e, neste caso, estamos navegando no mesmo barco.
Reme em frente. Divirta-se. Esqueça. Releve. Deixe passar. Os cães ladram, a caravana passa, os posts descem, os comentários somem, a Internet cai, o saco esvazia e a longo prazo, estaremos todos vendo a grama crescer pela raiz.
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Guerra das cervejas. Guerra das colas. Guerra das margarinas. Tanto existe a guerra no marketing que surgiu o marketing de guerrilha. Mas, convenhamos, num país que não lê, uma guerra entre dois livros contando pontos de vistas da dona-de-casa traída e da mulher-da-vida que rouba marido, é um passo adiante na história da literatura pop nacional.
Sempre adorei a Nelly Furtado. E pela semelhança de sua voz com a de Corinne Bailey Rae, me encantei com esta também. Mas quando ouço a leveza da voz de Lilly Allen, fico novamente embevecida.
Da série 'quando você pensa que já viu tudo'.

Veja que ilustração mais linda a Sara Mello fez para o post do bebê. Fiz questão de colocá-la aqui.
Você já deve ter visto e/ou experimentado aquela bala em pó, que vem num saquinho. Você enfia o dedo gentilmente em sua própria boca e, em seguida, dentro do complexo saquinho/pó, devolvendo o conjunto dedo/pó de volta à língua. Parece porcaria e é mesmo. Mas como disse aquele personagem malvado do filme Veronica Guerin, tudo sempre pode piorar. Piorou. Já existe a versão privada da guloseima. Eu achei bonitinho. Via Metaphor Voodoo . Em vários sabores, como maçã verde, melancia e framboesa.

É incrível mesmo, sem sacanagem. A criação é de John Sadowski. Entre neste link. Olhe para o ponto negro na figura durante 30 segundos. Depois, leve o mouse até o ponto. Você verá um castelo espanhol todo colorido. Acontece que a imagem é em branco e preto. Sério.
No próprio site você encontrará outras ilusões de ótica baseadas no mesmo script que ele criou.
Muito bom.

Entre as tatuagens mais estúpidas: código em html.
Via digg.com, neste site. . E veja também o diretório com outras fotos.
Lembra do funk do Jeremias (ver post anterior), sucesso do YouTube? A coluna de Mônica Bergamo da Folha de São Paulo comenta que o funk já é hit na pista de dança de casas descoladas de São Paulo. Faltou só ela comentar que a moçada também adotou a música como ringtone.
PS - Aliás você já viu Jeremias, o Retorno? E não é que ele canta de novo? E está mais bêbado do que nunca. Cábahômi.E faz xixi durante a matéria. Inacreditável.

A capa da Folha de São Paulo traz uma foto com metalúrgicos da VW e, ao lado, o resultado da pesquisa que indica que Lula poderá ser reeleito ainda no primeiro turno. Os que votam em Lula comemoraram. Os que não votam, já se conformaram.
Um amigo diz que Lula vencerá porque o saco de cimento está barato, assim como o saco de feijão.
No fundo, tudo é uma questão de ter saco.








